"Eu finjo que não tenho coração, da mesma forma que algumas pessoas fingem ter."
— Blair Waldorf.
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Kay's Little Lies
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Demi Lovato at her press conference in São Paulo, Brazil (c)

O acaso é improvável e muda tudo, são três ou quatro segundos onde o coração para, você morre e ao seu redor o mundo ressuscita numa versão mais realista e salubre da vida, um ligeiro espasmo, uma sensação de cura. Naquela tarde eu te vi no metrô, não era pra eu estar lá por um milhão de motivos, acredite. Eu te quis como jamais quis alguém naqueles míseros três segundos, quando os teus olhos se cruzaram com os meus. Eu te desejei inteira na minha cama, na minha vida, no meu cotidiano. E como de repente e do nada aquele imenso vazio que eu costumava carregar no peito se tornou território para o inesperado e tão desejado reinicio? Afinal, será que somos feitos de reinícios? Você embarcou e os teus olhos escaparam dos meus em alta velocidade pelas janelas do trem que partiu. Eu senti um vento frio, um arrepio por dentro, um efeito cardiovascular, uma vontade de parar o tempo naquele minuto e voltar para o interior de seus olhos negros. Voltar para teus braços, para teu sorriso que sempre fez mais parte de mim do que de ti. Mas não foi possível, a cada segundo me via ainda mais distante do cheiro suave de seus cabelos que conseguiu chegar até mim mesmo com toda aquela multidão. Ainda posso ver o jeito doce com que mordiscava os lábios sabendo muito bem que aquilo me arrepia por inteiro, talvez até tenha feito propositalmente ou apenas foi mais um de seus charmes ocasionais. Talvez esta imagem que lutei tanto para excluir de minha mente ressurja e permaneça aqui por dias, meses, e há a probabilidade de que eu nunca mais esqueça, que esse cheiro que vivia impregnado em minha roupa volte ainda mais forte, que este sentimento, o qual acreditava ter tido um fim, renasça com ainda mais força que outrora. Diante de tantas possibilidades, mudei a minha rota, o meu destino. Te alcanço na saída do metrô.
Joy Luz e Elisa Bartlett, o acaso dos teus olhos. (via oxigenio-dapalavra)

treatpetite:

hypetree

Se você me perguntasse, eu responderia, o que quisesse. Diria que a maioria das maquiagens me irritam os olhos, que incensos me sufocam, que minhas unhas quebram logo. Mas se não quisesse minhas banalidades, tudo bem, eu falaria de mim com uma pitada de nós. Diria que choro em filmes e gosto de beijar depois do casal romântico, que adoraria receber flores com um cartão, que me assustaria se acordasse com você me olhando, mas que seria uma surpresa boa. Se ainda quisesse me conhecer após uma briga, te diria que meu silêncio é uma resposta, que meu orgulho é menor que o meu amor, mas ainda assim é grande. Se quisesse saber o que eu penso de ti, eu falaria tanta coisa clichê como se estivesse lendo um livro de poesias. Eu seguiria todas as regras como se fosse uma receita, para não faltar nenhum ingrediente seu. Eu me encantaria ainda mais em cada palavra, e depois escreveria para não perder as coisas lindas que disse. Mas depois, se por um acaso cansasse de me conhecer tanto, eu mudaria, só para ter o gosto de reconquistar seu desejo de me conhecer outra vez.
Sexlesy.  (via principar)
Diz que tudo vai ficar bem ou invente qualquer história. Preciso acreditar em alguma coisa.
Marina.    (via a-rticulada)
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